Site novo no ar!

Pessoal!

Convido vocês a clicar no meu site que acabou de sair do forno, o http://www.soumindfulness.com.br!

Apreciem 🙂

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O que prende você?

 

Não era dado à leitura, mas fazia leitura corporal como ninguém. Se a preguiça o dominava e o deixava inerte? Quase sempre. Tampouco sabia do que era capaz,  mas via nele uma enorme capacidade de amar. A si próprio e aos outros. Ainda assim, as palavras não o fisgavam, com exceção de algumas poucas.

Ela sempre fora acomodada. Muitas vezes não se aguentava, saía por aí se escorando nas pessoas. Assim transferia seu próprio peso para os outros.

E não foi diferente com ele. Teve que levar o pacote todo pois meio não podia. E dentro dele o que havia? Um mundo à parte, um ser tão complexo, que, a cada momento incorporava um novo personagem. Se podia colocar mais lenha na fogueira não hesitava em fazê-lo. Mas não fazia por mal. Era movida pela adrenalina, aquilo a fazia se sentir mais viva.

A rotina lhes furtara sorrateiramente a graça e a beleza do desconhecido e do imprevisível. Então, ela mesma fazia as vezes: num mesmo dia era capaz de abrir um lindo sorriso e ser a pessoa mais doce do mundo, mas rapidamente a sirene tocava e o tsunami passava.

Porém, algo sutil os unia: uma intensa vontade de evoluir enquanto seres humanos. Sempre que podiam, mergulhavam e divagavam os dois sobre um mesmo tópico: qual o sentido da vida? Desconfiavam de que havia algo mais, algo além das baladinhas de final de semana, das cervejas com os amigos, das reuniões em família… Não que isso não fosse bom. Só que não era tudo. Tinham uma sede de não-sei-o-quê.

Filosofia? Não. Aquelas palavras de Nietche, Aristóteles, se tornaram insuficientes, pobres.  Apesar de seu legado inquestionável o que um morto poderia ensinar sobre a vida?

Lembro-me como se fosse ontem. Fomos a um Satsang (“Encontro com a Verdade”), como era chamado. Aquele nome havia me deixado intrigada, afinal o que seria a tal “Verdade”? Existiria apenas uma só verdade? Enfim, fomos até lá conferir…

Chegamos ao local e nos sentamos em umas almofadas. O salão estava cheio. Ambiente agradável, acolhedor. Estávamos esperando por um mestre espiritual. Nunca tinha topado com um antes.

Chega o mestre, senta-se lá na frente em uma poltrona e nos lança um olhar desconcertante. Não sabia dizer ao certo se era bom ou ruim só sei que era provocador. Digamos que incomodava, até certo ponto. Tirava-nos da nossa zona de conforto. No início percebi um ar de arrogância , mas depois…ah, depois…as coisas nunca mais voltariam a ser as mesmas para mim.

Não era um ritual, tampouco ensinava técnicas ou métodos para se atingir um estado de paz e bem-aventurança. Quando percebi que nada seria ensinado ali, minha mente já interferiu: “Dinheiro jogado fora”!, pensei. Mas o fato é que, depois deste pensamento, comecei a ficar muito à vontade ali e estar com aquela pessoa nos trazia uma serenidade inigualável.

Sabe, tudo que te tira um pouco da sua zona de conforto  traz uma certa insegurança, medo. Medo de perder algo em que você acredita talvez, medo de arruinar todo o seu sistema de crenças que você construiu com tanta dedicação ao longo do tempo, de fazer você pensar, agir, viver de forma diferente do que te foi ensinado desde pequeno. Medo de sair do “script’ socialmente aceitável.

Parece irônico, mas diga para alguém que seus problemas acabaram ou, que simplesmente não há problemas, e veja como esta pessoa fica totalmente perdida, sem rumo, quase que sem um senso de identidade. Logo, arruma um jeito de colocar outro no lugar.  Louco isso, né? Reclamar da vida se tornou um vício…

A sociedade, ultimamente, anda assim, presa. A conceitos, pré- conceitos, crenças…problemas. Tudo é um cavalo de batalha. Como ouço diariamente frases prontas como: A vida não é fácil ou Mato um leão por dia e mais tantas outras que são repetidas como um disco furado sem a pessoa nem sequer se dar conta. Ou se dá, não sabe trocar o disco.

Meu amigo, minha amiga, se você está matando um leão, um tigre ou sei lá que outro animal por dia dê-se conta de que algo não vai bem porque só o fato de você ter que “matar” alguma coisa dia a dia já denota que você sofre. E dependendo do porte do animal, sofre muito…e, mais cedo ou mais tarde, vai começar a cheirar mal, se é que você me entende.

Ficamos apavorados quando alguém age de forma incomum, fora da equação da nossa mente. Do que esperamos. E, quando o medo nos governa,  nos deparamos com um cenário sombrio de raiva, ódio, sofrimento. Quando deixamos que o medo nos controle o mundo se torna hostil e feio.

Aquele encontro fora revelador: aquela pessoa estava ali a fim de esclarecer um equívoco. Afinal, quem você pensa que é?  Quem é esse “você” que habita esse corpo, sem forma, sem características, sem um papel a desempenhar?

Se você se dá conta de que vai além do funcionamento corpo-mente estamos nos entendendo e fico feliz por estarmos nesse caminho juntos! Não é à toa que chegou até aqui…

Essa é a verdadeira liberdade, a derradeira Verdade.

Estamos aqui justamente para destronar sua mente e libertar seu coração.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que ocorre quando nossas emoções ficam guardadas no corpo

A importância de estarmos conectados com nosso corpo e de como podemos usá-lo para nos livrarmos de emoções indesejáveis.

TERAPIAS ENERGÉTICAS

Nunca é tarde demais para prestarmos atenção nas emoções não expressadas que arquivamos no corpo, que se manifestam através de dores, desconforto e tensões.
Quando olhamos para a linguagem que usamos para falar das nossas reações emocionais, normalmente existe uma sensação física associada a elas:   um caroço na garganta, borboletas no estômago, falta de ar, o peso do mundo nos ombros.
Isso não é mera coincidência. Essas reações viscerais são mensagens do nosso corpo.
Chamamos de “conexão entre mente e corpo”.
Essas reações são associadas com o uso da mente – através de pensamentos positivos – para ajudar a melhorar o estado geral do corpo, sua imunidade e provocar sensação de bem estar.
Embora usar a mente para atingir o corpo seja extremamente útil e preciso, não podemos ignorar que nosso corpo pode também ser uma forma de acessar e tratar nossas emoções mais escondidas.
A maioria de nós…

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Menos é mais

Quem já não ouviu a popular : “Menos, é mais?!” Pois é, me peguei aqui com meus botões e comecei a refletir sobre o significado disso.

Na sociedade capitalista atual a palavra “menos” dificilmente se encaixa em algum lugar. Não consigo enxergar onde ela tem vez diante de um sistema econômico tão voraz em que o consumo é a pedra de toque, literalmente a alma do negócio. Então, “mais” é quem dita as regras por aqui. Queremos sempre ter mais dinheiro para conseguir comprar mais roupas, viajar mais, sermos mais bem-sucedidos e por aí vai…  Há, também quem faça listas intermináveis endereçadas a Deus, esperando que ele traga tudo isso, em troca de “se tornar um ser humano melhor” ou de ter feito alguma boa ação do dia, já ouvi de tudo…

A ideia (equivocada!) de que se tivermos mais dinheiro ou uma casa ampla com vista para o mar em alguma das ilhas das Bahamas preencherá algum tipo de vazio não passa de uma lorota que te contaram tempos atrás e você resolveu acreditar, sem piscar. Até certo ponto compreendo, pois cada vez que ligamos a TV ou folheamos uma revista a lavagem cerebral já está lá, pronta pra fazer mais uma vítima, se você topar, é claro. Apesar de, ainda me deixar iludir, às vezes, por algumas dessas crendices, por assim dizer, isso deixou de fazer sentido, para mim, já há algum tempo.

O fato é que todas as vezes que realizei projetos que eu considerava importantes, ou alguns nem tanto –  já nascia, automaticamente, em mim um desejo em realizar o próximo.  “Qual a meta agora, Fernanda? Ainda há muito a ser feito…” , pensava. E óbvio, não haveria nada de errado com isso, não fosse a voz sussurrando incessantemente no meu ouvido “ainda não está bom” ou ” vá em busca de mais alguma coisa porque ainda não é suficiente”. Com o tempo, comecei a notar que o fato de desejar mais e impor mais metas na minha vida não iriam contribuir ou tornaria mais fácil a conquista da minha felicidade.  Definitivamente, não me sentiria mais plena por isso.

Demorou, mas de certa forma, a ficha caiu. O fato é que comecei a notar que as circunstâncias da vida não passam de variáveis, que ora podem estar boas, ora ruins, assim como o clima que ora está ensolarado, ora está chuvoso. E eu não poderia mais deixar que um céu nublado ou até uma tempestade me arrebatasse daquela maneira. Além disso, por que  mesmo que eu deveria me deixar abalar tanto por estas mudanças circunstanciais  já que momentos bons e ruins, felizes e tristes fazem deste todo maior chamado vida? Por que não começar a me entregar para o momento presente  e tentar aceitar estas oscilações como ondas no mar ao invés de resistir a elas a todo instante?

Voltando um pouco para o “menos” da nossa história… esse sim agrega valor!  Não é algo negativo como você pode pensar, mas é, na minha opinião, onde você deveria colocar a sua atenção neste momento, sob pena de tornar sua felicidade algo inatingível. E ela não é uma meta, tampouco inatingível. Ela esta aí, diante do seu nariz, mas de tão perto, você não a enxerga.  Dance, ria alto, solte-se e abrace as infinitas possibilidades deste momento! Certamente você estará mais próxima dessa tal “felicidade” que te venderam como um pacote completo, mas que na realidade nada mais é que cada momento vivido plena e intensamente. Quando você volta a sua atenção para os pequenos gestos do dia-a-dia, como um sorriso, um abraço, uma gentileza –  ou mesmo aquela frase que você ouve quando está passando por uma crise braba: ” vai dar tudo certo, você vai ver” – você, de fato, acaba achando mais graça neste mundo doido e é daí que vai brotando uma certa gratidão por simplesmente estar aqui e vivo! E tudo isso está disponível aí para você, agora, mas você, muitas vezes ou ignora ou faz vista grossa.

Faça um favor a si mesma: não saia por aí comprando mais uma ideia do que você precisa ter ou, ainda, do que você precisa se tornar para ser feliz. A simplicidade, é certamente, algo que nunca tentaram te vender. É óbvia demais. Está aí na sua cara e você não se dá conta.  Não tem preço, mas tem um valor imensurável. Saia em busca do “menos”, do que é essencial em você e desfrute da condição de ser – porque ter, todo mundo pode ter, agora ser não é pra qualquer um… Livre-se dos rótulos e apenas seja!

7 passos para uma vida mais equilibrada

A pergunta que não quer calar é: quem é você? Você é seu corpo, sua mente ? Ou algo além disso?

Não estou interessada em saber sobre o seu currículo ou sobre o que você fez no verão passado. O que importa aqui é descobrir quem é você neste momento. Apenas saiba que você não é algo estático, que pode ser definido em poucas ou muitas palavras. Há algo muito além disso: você é vida, algo dinâmico e não um amontoado de coisas que você vem acumulando.

A nossa meta aqui é compreender que cada minuto da sua vida pode sim, ser vivido de uma nova maneira. E, de certa forma, é um alívio saber que estarmos conscientes disso pode nos ajudar a romper certos padrões de comportamento que nos prejudicam. E pensamento se materializa em ações, certo?

Para que haja esse tipo de transformação é preciso ter uma visão holística, ou seja,  a de que você é um conjunto, uma síntese de vários componentes chamados mente, corpo e espírito. Eles são partes de um todo que representa você.

Partindo dessa ideia, aí vão dicas de alguns passos que podem te ajudar a alcançar uma vida mais equilibrada e, consequentemente, mais feliz:

#1. Exercite-se

A prática regular de exercícios físicos tem ligação direta com o bem-estar e traz inúmeros benefícios para o nosso organismo, pois aumenta os níveis de produção de substâncias químicas no cérebro como a serotonina e a dopamina. Veja qual atividade física desperta mais seus interesse e vá em frente!

#2. Alimente-se bem

A alimentação equilibrada, contendo todos os nutrientes, é fundamental para manter o corpo saudável. Os alimentos se relacionam diretamente com a qualidade de vida, melhorando o estresse, humor e a disposição física. Dica: Opte pelos alimentos mais leves como carnes magras, verduras, legumes e frutas que facilitam a digestão e você não ficará com aquela sensação de estar “estufada”.  Outra dica são os “grãos do momento”, como a linhaça, o amaranto e chia, que dentre suas propriedades possuem proteína que turbina a formação de massa muscular e gorduras boas que previnem doenças cardiovasculares. Tente aderí-los ao seu cardápio diário.

#3. Esteja presente

“Estar presente” significa estar por inteiro naquilo que você estiver fazendo. Já notou que quando estamos realizando alguma atividade frequentemente nos pegamos pensando em outra coisa ou simplesmente não estamos ali? Essa sensação de divisão gera uma espécie de conflito interno que muitas vezes te traz ansiedade e angústia. Entregue-se ao momento presente. Sugiro aqui um livro que, sem dúvida nenhuma, pode te ajudar a entender um pouco mais sobre esse conceito: Poder do Agora ( Eckhart Tolle – Editora Sextante).

#4. Medite

A meditação talvez seja a mais poderosa ferramenta nessa sua busca por uma vida mais equilibrada. O passo #3  também se aplica aqui, pois ao meditar, você, necessariamente, deve estar presente.  Há mais de 30 anos a Medicina estuda os benefícios dessa prática milenar, seja para prevenir doenças, seja para tratá-las ou mesmo servir de atalho para a cura. Além de ensinar nosso organismo a gastar menos energia e dar um breque no efeito dominó do estresse, a meditação nos ajuda a raciocinar melhor. Segundo pesquisadores, a prática também aumenta a atividade na região frontal do cérebro, responsável pela concentração, abstração e atenção.

 

 

#5. Não julgue 

Julgar é estar constantemente avaliando as situações como certas ou erradas, boas ou más. Se você está a todo momento avaliando, analisando, rotulando isso cria muita turbulência no seu interior e não há espaço para paz e sossego. Tente comprometer-se no dia de hoje em dar a si próprio e aos outros a liberdade de ser o que é.

#6. Doe-se

É simples: se você quer alegria, dê alegria aos outros. Se deseja amor, aprenda a dar amor. Se procura atenção, aprenda a ofertá-la. Afinal, dar e receber são faces da mesma moeda e a vida é um fluxo constante de energia na qual o que você dá, mais cedo ou mais tarde retorna a você. Não espere receber carinho e atenção se você não é capaz de compartilhar isso com alguém.

#7. Pratique a aceitação

Sim, passamos por momentos difíceis em nossas vidas. É que temos a errônea pretensão de querer controlar tudo e sabemos que o Universo tem seu propósito. Portanto, tenha em mente que aceitar uma situação que nos deixa tristes faz parte do processo de estar vivo e ela também não durará para sempre. Há momentos que nos trazem um certo aprendizado, mas, muitas vezes, só compreendemos isso depois que a tempestade se foi. Seja grato por estar aqui e ter a chance de tornar sua vida algo mais prazeroso!


 

Alguns sites:

– Vídeo que ensina uma técnica simples de meditação: https://www.youtube.com/watch?v=YpbFOhDsUSw.

– Osho ( mestre espiritual) , possui mais de 100 técnicas de meditação. Veja qual você se adapta melhor: visite o site http://www.osho.com/pt/meditate.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Novos rumos

 

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Os acontecimentos são transitórios. VOCÊ não. Investigue se você é quem imprime alegria e contentamento aos acontecimentos da sua vida ou se são eles que trazem a felicidade até você. Será mesmo que você necessita que algo aconteça para se sentir mais pleno? Não se engane, uma vez que você realize o tal “sonho” seja ele qual for, precisará de outro para pôr no lugar. Procure pelo que fica e não pelo que vem e vai.

Para essa investigação se concretizar um dos caminhos é a meditação. E isso não tem nada a ver com ser budista, andar com roupas exóticas ou ter peregrinado pelo Oriente. Nada disso. Apenas uma prática que você introduz na sua vida e que pode te trazer inúmeros benefícios.

Ela nada mais é que você praticar o “estar no presente”, neste momento aqui e agora. E, inevitavelmente, para que isso aconteça é necessário um pouco de silêncio.

O que compartilho aqui são apenas experiências pessoais. Não há verdades absolutas. Você experimenta, gosta, e pronto, já aderiu. Se não, larga. Simples assim. Não tem mistério.

Para começar, experimente sentar-se e fechar seus olhos onde se sentir confortável. Tente respirar de modo natural, sem esforço. Recomendo um lugar tranquilo para que você não tenha muitas distrações. Deixe os pensamentos virem. Não tente afastá-los ou “brigar” com eles. Se fizer isso dará mais combustível a eles. Simplesmente não dê atenção. Relaxe. Para quem nunca tentou e quer começar a meditar recomendo que comece se comprometendo com 2 minutos por dia. Marque o tempo com um relógio.

Algo que aprendi entre leituras, conversas e palestras em que estive presente é que existem inúmeras técnicas, mas a meditação em si, é única. É um estado do ser. Portanto, seja qual for a técnica que você escolher estará no caminho certo, um caminho que, quem sabe, possa te render ótimos frutos.

Boa sorte!